Universitários e secundaristas se reuniram nesta quarta-feira (7) em defesa da educação pública e contra a extrema-direita.
A Candelária, no Centro do Rio, recebeu nesta quarta-feira (7) estudantes, familiares e trabalhadores em uma manifestação pela democracia, pela educação pública e pelos direitos estudantis. Segundo reportagem de A Tribuna, a concentração começou ao meio-dia, com caminhada prevista até a Cinelândia.
A convocação envolveu a União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro (UEE-RJ) e a Associação dos Estudantes do Estado do Rio de Janeiro (AERJ). Os organizadores apresentaram o protesto como pacífico e contrário à extrema-direita e à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). A expectativa anunciada era reunir até 10 mil pessoas, número que corresponde à previsão da organização, não a uma contagem confirmada.
A manifestação sucede protestos da UFF e da UFRJ iniciados na segunda-feira (5). Em Niterói, a mobilização ganhou apoio explícito à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na noite de terça-feira (6), centenas de alunos da UFF participaram de uma assembleia no Campus do Gragoatá e depois percorreram a Cantareira e a Avenida Visconde do Rio Branco até a Estação das Barcas, mesmo sob chuva. Com cartazes e bandeiras, defenderam a universidade pública, a democracia e os direitos das minorias.
Ouvida por A Tribuna, a estudante de Pedagogia Lua Pavenato destacou a defesa de mulheres, pessoas negras, indígenas e da população LGBTQIA+, além de afirmar que a mobilização estava apenas começando. Os organizadores anunciaram novos atos em Niterói até o segundo turno, marcado para 25 de outubro.
O estudante de Cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF), Nicolas Mendes, destacou que a mobilização ganhou a adesão de outros grupos estudantis, entre eles alunos do Colégio Pedro II, que também participaram da manifestação.
Com informações de A Tribuna, de Niterói, em reportagens de Renan Santiago e Anderson Carvalho publicadas em 7 e 6 de outubro de 2026.


