A final da Copa do Mundo de 2026 colocou frente a frente duas das maiores escolas do futebol mundial. De um lado, a Argentina, representante da América do Sul e liderada pelo consagrado Lionel Messi. Do outro, a Espanha, potência europeia que chegou à decisão tendo como um de seus principais destaques o jovem Lamine Yamal, que completou 19 anos no dia 13 de julho.
Em uma partida equilibrada e emocionante, realizada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, as duas seleções terminaram o tempo regulamentar empatadas sem gols. A Argentina ficou com dez jogadores após a expulsão de Enzo Fernández, e a decisão seguiu para a prorrogação.
Aos 106 minutos, o atacante Ferran Torres, que havia começado a partida no banco de reservas, marcou o gol que definiu a vitória espanhola por 1 a 0. O lance nasceu de uma jogada pela direita, seguida pela assistência de cabeça de Nico Williams para o arremate decisivo de Torres.
Com o resultado, a Espanha conquistou sua segunda Copa do Mundo masculina, repetindo o feito alcançado em 2010. Para os espanhóis, foi uma noite de festa e de celebração por uma nova geração que reúne juventude, talento e organização coletiva. Para os argentinos, ficou a tristeza pela perda do bicampeonato consecutivo, mas também o reconhecimento à trajetória de Messi e à campanha da seleção sul-americana.
A Copa do Mundo de 2026 foi realizada conjuntamente por México, Canadá e Estados Unidos, tornando-se a primeira edição masculina sediada por três países. A grande decisão encerrou um torneio histórico, disputado pela primeira vez com a participação de 48 seleções.
Brasil continua sendo o maior campeão
Mesmo sem conquistar o título em 2026, o Brasil permanece como o maior vencedor da história das Copas do Mundo, mantendo as cinco estrelas conquistadas em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Nenhuma outra seleção alcançou cinco títulos mundiais no futebol masculino.
A Seleção Brasileira inicia agora um novo ciclo sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti. A CBF renovou o contrato do treinador até a Copa do Mundo de 2030, garantindo quatro anos de preparação para reorganizar a equipe, revelar novos talentos e buscar o tão sonhado hexacampeonato mundial.
Legenda sugerida para a foto:
A seleção espanhola, campeã da Copa do Mundo de 2026 e dona da segunda estrela de sua história.


